Minha aldeia é todo o mundo.
Todo o mundo me pertence.
Aqui me encontro e confundo com gente de todo o mundo que a todo o mundo pertence.
"António Gedeão"
sexta-feira, 30 de maio de 2008
quinta-feira, 29 de maio de 2008
Ontém vi uma reportagem sobre o Maio de 68...
Ontém a RTP emitiu um programa que recuperava os sentimentos que presidiram ao Maio de 68 e aos movimentos seus contemporâneos na Europa e em particular em Portugal.
Os testemunhos vários davam conta essencialmente de uma época vivida na ausência de liberdade de expressão pública dos sentimentos e da sexualidade e de restrição dos direitos da mulher.
É impossível dizer que imagino o que seria viver nesse contexto social porque cresci numa sociedade do pós 25 de Abril que ia, ano após ano, aprendendo a ser progressivamente mais espontânea e democrática.
É impossível não fazer comparações, entre a vivência actual e a reportada aquela época, associadas à necessidade de uma nova consciência relativa à educação, à equidade no exercício da cidadania e à inclusão da diferença.
Muitos ilustres têm manifestado ultimamente opinião de que a sociedade está adormecida num conjunto de valores consumistas e individualistas distanciando-se progressivamente da expressão espontânea da solidariedade e da tolerância assumindo uma atitude colectiva de desconfiança e maledicência.
Este sentimento preenche os pequenos detalhes da vida quotidiana sendo necessário uma mudança colectiva no comportamento individual relativamente à expressão da simpatia e do elogio, ao exercício da vizinhança, à prática familiar, ao compromisso profissional, à atitude confiante e à assunção consciente e espontânea das responsabilidades sociais na educação dos mais novos, na preservação da dignidade dos mais velhos e na potencialização da diferença.
Os testemunhos vários davam conta essencialmente de uma época vivida na ausência de liberdade de expressão pública dos sentimentos e da sexualidade e de restrição dos direitos da mulher.
É impossível dizer que imagino o que seria viver nesse contexto social porque cresci numa sociedade do pós 25 de Abril que ia, ano após ano, aprendendo a ser progressivamente mais espontânea e democrática.
É impossível não fazer comparações, entre a vivência actual e a reportada aquela época, associadas à necessidade de uma nova consciência relativa à educação, à equidade no exercício da cidadania e à inclusão da diferença.
Muitos ilustres têm manifestado ultimamente opinião de que a sociedade está adormecida num conjunto de valores consumistas e individualistas distanciando-se progressivamente da expressão espontânea da solidariedade e da tolerância assumindo uma atitude colectiva de desconfiança e maledicência.
Este sentimento preenche os pequenos detalhes da vida quotidiana sendo necessário uma mudança colectiva no comportamento individual relativamente à expressão da simpatia e do elogio, ao exercício da vizinhança, à prática familiar, ao compromisso profissional, à atitude confiante e à assunção consciente e espontânea das responsabilidades sociais na educação dos mais novos, na preservação da dignidade dos mais velhos e na potencialização da diferença.
quarta-feira, 28 de maio de 2008
de mim para mim...
De mim para mim, aqui e agora, dou início às conversas, dou palavras ao silêncio dos meus pensamentos.
Desconheço o rumo das conversas que irei aqui arquivar mas serão concerteza fruto de momentos e emoções vividas no dia a dia dos meus dias ou dos dias de outro alguém.
Desconheço as provocações que arriscarei sujeitar à reacção de quem por aqui se deter a escutar as conversas dos meus silêncios.
Talvez aconteçam conversas lamechas.
Talvez aconteçam desabafos de alguma nódoa negra que o dia assinou no meu sentir.
Talvez aconteçam apenas momentos de indignação.
Talvez aconteçam apenas palavras emprestadas.
Talvez aconteça apenas uma gargalhada sonora.
Aconteça o que acontecer, conversando aos berros ou sussurando serão conversas de mim para mim... para ti!
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