terça-feira, 24 de junho de 2008

Jazzzzzzzzzz

Eu gosto de jazz. Instrumental, vocal, de fusão... e hoje apetece-me jazzzzzzzzz!

Dois endereços para acesso fácil à música jazzzzzzzzzzzzzz!

http://www.marginal.fm/

http://cotonete.clix.pt/ouvir/radios/tematica.aspx?id=9

segunda-feira, 23 de junho de 2008

Esperança

"Mesmo as noites totalmente sem estrelas podem anunciar a aurora de uma grande realização." MLKing

quinta-feira, 19 de junho de 2008

Omnisciência

Cheguei a casa após um serão de teatro.
É tão bom ir ao teatro. Venho sempre recheada de emoções. Aconteceu assim na primeira vez que fui ao teatro em Lisboa. Já lá vão uns 17 anos e foi no Teatro Aberto ainda no velho barracão. Estava quase dentro da história pois até os pés estavam em cima do palco. E desde esse dia fiquei fascinada pelo teatro... pela atmosfera das luzes, do cenário, dos sons e dos tons, das personagens e dos actores, da história e das vidas dos outros que também são minhas.
Hoje também fiquei assim dentro da história, a sentir como se fossem minhas aquelas vontades aprisionadas. Também eu me senti observada e programada para outras verdades.
O uso do áudio visual conseguiu ligar os acontecimentos do passado com os do presente de forma dinâmica e revelar a evolução as personagens num crescendo intrigante. A interligação dos espaços com as imagens vídeo transmitia a sensação de constante monitorização da vida de cada um, de invasão dos pensamentos e de anulação da espontaneidade.
A interpretação transmitiu a essência de cada personagem e da história que encerrava em si.
Aqui também registo a minha admiração pelos actores que no seu profissionalismo se entregaram às personagens e deram vida a uma história actual e perturbante, apesar de terem um público tão pequeno incapaz de oferecer as palmas que mereciam.
Aqui fica o link do Teatro Aberto e da Omnisciência.
Parabéns Albano Jerónimo, Cristina Carvalhal, Inês Rosado, João Reis e Nuno Carinhas

http://www.teatroaberto.com/index2.php?lg=1&idmenu=8&idsubmenu=21

Obrigada por me deixarem a pensar e a sentir... e a gostar de ir ao teatro.

quarta-feira, 11 de junho de 2008

Basta de pessimismo!

O pessimista vê a dificuldade em cada oportunidade; o optimista, a oportunidade em cada dificuldade.
Albert Flanders

Prelúdio de português além mar...

Na segunda-feira, a SIC passou uma reportagem sobre um pianista emigrado no frio da Noruega a trabalhar com dignidade mas sem brilho no olhar. http://sic.aeiou.pt/online/noticias/pais/slideshows/preludio_mar_distante.htm

Para mim não era um pianista qualquer. Era o João Balula Cid que eu ouvi ao longo de vários anos em diversas salas de Lisboa ou reconheci em alguns programas da televisão.
Encontrei-o em espaços pequenos que proporcionavam momentos de desfrute de música ao vivo como se de um concerto privado se tratasse.
Locais intimistas ou ou de maior bolício mas onde o piano calava o silêncio ou impunha a música ao ruído. E tudo à volta se anulava porque a música sempre me transporta para outra dimensão sempre me faz pensar com maior clareza.

Foi com tristeza e mágua que verifiquei a partida de mais um português dotado. E questiono-me como é que o meu País deixa continuamente partir pessoas que poderiam contribuir para o seu desenvolvimento.
O País tem de encontrar formas cívicas de viabilizar a permanência destes portugueses dotados pois eles constituem uma garantia de desenvolvimento cultural da população portuguesa.
Não me conformo em deixar fugir quem pela sua formação e genialidade pode contribuir para uma melhor educação dos filhos, sensibilização dos pais e dignidade dos avós portugueses.
O País terá de ser inventivo e acordar os sentidos para algo mais do que o ecran da tv ou o consumismo desenfreado de bens desnecessários, criando condições de remunerar com dignidade a produção artistica dos nossos portugueses talentosos.
O País somos todos nós e sou eu também... e eu aqui de mim para mim renovo a minha esperança num Portugal criativo e orgulhoso dos seus portugueses!

segunda-feira, 2 de junho de 2008

EU FUI... E FOI MUITO BOM!

Fabulástico!

No sábado lá fui eu repetir a dose de Rock in Rio. E mais uma vez adorei.
É realmente um festival de música e todos os que vão... partilham o gosto pela música.
Há dois anos fui ao dia dos Guns N'Roses com pouco mais de 30 mil pessoas e fiquei com vontade de repetir a dose de rock, de viver aquele espaço de festa da música e reviver o ambiente de convívio entre tantos diferentes mas iguais na música!
Desta vez éramos 74 mil e ainda foi melhor!
O espaço estava mais organizado. Havia maior diversidade de entretenimento. O espaço fashion ofereceu um momento de relaxar, recuperar forças e usufruir de um desfile do Luis Buchinho.
E isto tenho mesmo de sublinhar antes de passar às emoções dos concertos... As casas de banho eram um luxo... O cheiro nauseabundo, sentido há dois anos, permaneceu no disco rígido do meu olfacto mas tinha a esperança de as instalações terem melhorado face às noticias veiculadas pela organização do evento. Sem grandes expectativas lá fui e dou sinceramente parabéns ao investimento realizado porque eram simplesmente um luxo de WC!
Ainda o sol descia tranquilamente o horizonte sem pressa de chegar, quando o João Gil subiu ao palco apresentando uma voz revelação para interpretar um conjunto bem alinhado de músicas bem conhecidas do público. O João Campos apresentou-se numa alegria transbordante cantando ora em tom melodioso ora em tom mais rouco roqueiro mostrando a sua energia e versatilidade musical. Gostei deste pôr do sol!
Quando a noite principiava a cair a voz da Allanis surpreendia pela clareza e força enchendo o recinto de energia e preparando a multidão para as emoções do rock. O alinhamento escolhido pela organização não fez jus ao mérito da cantora e na minha opinião este concerto deveria ter antecedido os Bon Jovi. O Alex Sanz desiludiu verdadeiramente pois não consegui agarrar o público e o reportório escolhido não divirtiu e pareceu-me até desajustado a um festival dedicado ao rock.
E finalmente chegaram, quando a noite já luzia de estrelas e agarraram a multidão desde o primeiro instante. Bon Jovi com tudo a que tinhamos direito. Com as canções que sabíamos de cor, com improvisos musicais bem interpretados, com alegria e prazer de estarem em palco frente aquela multidão de gente sob seu controlo absoluto, com todas as caretas, beicinhos e insinuações que nós queríamos ter ali ao vivo e a cores!
Foi mesmo muito bom! Sempre a dar e receber numa genorisadade constante até ao último momento em que o Jon caminha para deixar o palco e olha a multidão sem vontade de parar por ali, como querendo perpeptuar aquela imagem e aquele momento...
Em 2010... Eu vou!